Bem vindos! Este blog irá ajuda-los a entender a importância da Psicologia no seu bem estar, priorizando diversos assuntos como: qualidade de vida, auto-estima, orientação profissional e relacionamento interpessoal.
Sim, eu sei...há momentos na vida que parece que tudo está caótico ou sem sentido; que nos sentimos: sem rumo; vacilantes, inseguros e temerosos nas nossas decisões; que duvidamos das nossas qualidades, habilidades e talentos e nos sentimos incompetentes ou pouco hábeis. São sentimentos que afloram e que nos esmorecem. Deixamos de acreditar que, muitas vezes, o que estamos sentindo, e que gera, um certo sofrimento ou desconforto é o vislumbre do que precisamos explorar em nós mesmos.
Se você se percebe confuso e sem rumo busque identificar em que ponto da sua vida você se perdeu ou se desorganizou. Refaça o seu trajeto e se reorganize e se reencontre.
Se se sente inseguro e temeroso, identifique o que precisa ser resgatado ou mesmo reafirmado para ser fortalecido. Reavivando a sua autoconfiança.
Se duvida das suas habilidades e talentos tente resgatar lembranças dos seus "sucessos" das suas bem sucedidas realizações. Você perceberá que não procede esse duvidar.
Amados, acredite em você mesmo. Às vezes somos acometidos por um certo esmorecimento. No entanto, busque no seu "Eu Interior" que é, sumamente, criativo os recursos internos para superar esses momentos nebulosos e negativos. Mas se é trabalhoso ou mesmo difícil, não se esmoreça. Busque ajuda Psicológica. O processo psicoterapêutico, com certeza, o conduzirá ao reencontro com essa "Pessoa" Fantástica e cheia de possibilidades que é Você.
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Um abraço fraterno
Maria Fátima Barroso Barbosa
Psicoterapeuta de Adultos e Casais CRP: 06/42444-4
Instagram: @mfbblog
Email: mfbbarbosa@gmail.com Youtube: https://bit.ly/psicmfbb
Amados há um condicionamento social que cria uma crença que temos que estar sempre 100% bem com a vida ou felizes. Na realidade nem sempre estamos 100% bem ou felizes, nem sempre estamos com um sorriso aberto, dispostos e prontos para o que der e vier e mesmo receptivos a pessoas ou eventos. Isso não significa que você esteja com problemas, na realidade naquele dia, naquele momento você está mais fechado. No entanto, é importante que você possa identificar o que está acontecendo naquele, especifico, momento. Uma cena familiar que lhe aborreceu, uma comida que não caiu bem, uma conversa com uma determinada pessoa que lhe irritou, etc. Pode acontecer "n" pequenos eventos que podem, momentaneamente, lhe aborrecer. Mas de modo geral você é uma pessoa bom astral e de bem com a vida.
É saudável aceitarmos os nossos momentos negativos, pois eles também fazem parte do nosso repertório de vida. O importante é encontrar o equilíbrio.
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Maria Fátima Barroso Barbosa
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Todos nos em algum momento da nossa vida nos sentimos carentes afetivamente é natural porém quando esta carência se torna, extremamente exagerada onde a pessoa se sente refém do medo excessivo de ser rejeitada e também se torna um individuo cheio de cobranças e controles temos aí um sofrimento que com certeza lhe será muito prejudicial.
Quando isso acontece em um relacionamento temos aí instalado uma Dependência Emocional Afetiva que é um peso sufocante para ambas as partes, isto porque nenhuma das partes conseguem suprir as expectativas. Essa carência emocional afetiva pode ter suas raízes na mais tenra infância, como vimos no vídeo anterior. A forma como recebemos os afetos ou não, será reproduzido no mundo relacional que vivemos.
O afeto permeia as relações humanas em todos os âmbitos: família, escola, trabalho e sociedade de modo geral. É bom sentir-se querido, acolhido, aceito e de preferência também amado.
No entanto, ledo engano de quem firma a sua felicidade, exclusivamente, no outro. Buscar o preenchimento em outra pessoa é um comportamento que adoece, pois é importante o respeito a sua individualidade. Daí a importância de perceber e identificar as suas habilidades e recursos internos. Tendo com isso a autonomia e independência. Só assim é possível ter relacionamentos saudáveis e profundos.
Vou apresentar algumas características que já típicas de quem sofre de dependência afetiva:
- Medo de desagradar;
- Submissão exagerada às pessoas;
- Acreditar que só é possível ser feliz se estiver com aquela pessoa;
- Ciúme excessivo;
- Viver em função dos sonhos do outro e muitas vezes abrindo "mão" dos seus sonhos;
- Falta de perspectivas para a própria vida;
- Sentir-se inferiorizado;
- Necessidade de chamar a atenção das pessoas nem que para isso se ponha como vitima.
Fiquemos atentos aos nossos comportamentos nas relações. Aprendamos a identificar o que temos de melhor em nós mesmos. E, principalmente, busquemos nos agradar e preencher a nossa vida com projetos e experiências que nos agreguem bem-estar.
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Maria Fátima Barroso Barbosa Psicoterapeuta de Adultos e Casais CRP: 06/42444-4 Instagram: @mfbblog Email: mfbbarbosa@gmail.com Youtube: https://bit.ly/psicmfbb
Segundo, Carl Rogers a necessidade de autoestima é aprendida e se dá no desenvolvimento do individuo, ainda bebe. Esse aprendizado acontece pela percepção do bebe nos cuidados por ele recebidos.
A criancinha a partir do momento que toma consciência de si mesma, desenvolve uma necessidade de amor ou consideração positiva que é universal em todo ser humano.
A criancinha descobre que os afetos são fontes de satisfação e, assim ela aprende a sentir uma necessidade de afeição. Conforme ela é amada ou não se desenvolve sua autoestima.
Quando a criança se sente amada, de preferência incondicionalmente, acolhida, aceita, segura e com suas necessidades básicas atendidas pelos pais ou cuidadores ela terá os recursos internos para desenvolver uma auto percepção positiva de si mesma. Infelizmente, o contrario também acontece, quando a criança não se percebe: amada, aceita, segura e atendida nas suas necessidades básicas, ela possivelmente, terá dificuldades para desenvolver uma visão positiva de si.
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A SINDROME DE BURNOUT TAMBEM É CONHECIDA COMO A SINDROME DO
ESGOTAMENTO PROFISSIONAL, QUE GERALMENTE, PODEM ACOMETER PROFISSIONAIS QUE
APRESENTAM UMA EXCESSIVA DEDICAÇÃO AO SEU TRABALHO OU MESMO QUE SE SINTA MUITO
COBRADOPELAS EXIGÊNCIAS OU DEMANDAS DA SUA PROFISSÃO.
ESSA SINDROME FOI DESCOBERTA EM 1970 PELO PSICANALISTA
NOVA-IORQUINO HERBERT FREUDENBERGER, QUANDO PERCEBEU NELE MESMO E EM OUTROS
COLEGAS OS SINTOMAS.
NA BURNOUT É COMO SE O NOSSO CORPO E A NOSSA MENTE SE
REBELASSEM E GRITASSEM: “CHEGA!!!”. É UM TOTAL EXAURIR DAS ENERGIAS FISICAS E
PSÍQUICAS. O PROFISSIONAL ANTES ATENCIOSO E PROATIVO, TRANSFORMA-SE EM UM
“CORPO PRESENTE” MAS SEM MOTIVAÇÃO. É O PRESENTEÍSMO, UM DOS SINTOMAS EM
QUE SE ESTÁ FISICAMENTE MAS A MENTE ESTÁ DISTANTE.
É IMPORTANTE, RESSALTAR QUE ESSA SINDROME, COMPROMETE MUITOS
DOS NOSSOS TRABALHADORES EM TORNO DE 4,5% DO PIB (ISMA-INTERNATIONAL STRESS
MANAGEMENT ASSOCIATION).
REPORTANDO, A ANA MARIA BENEVIDES PEREIRA, NO SEU LIVRO: BURNOUT:QUANDO
OTRABALHO AMEAÇA O BEM ESTAR DO TRABALHOR, 2002, ESSA SINDROME
APRESENTA OS SEGUINTES SINTOMAS FISICOS, COMPORTAMENTAIS, PSIQUICOS E
DEFENSIVOS:
FISICOS: FADIGA
CONSTANTE E PROGRESSIVA; DISTURBIOS DO SONO, DORES MUSCULARES; CEFALEIAS E
ENXAQUECAS, PERTURBAÇÕES GASTROINTESTINAIS; TRANSTORNOS CARDIOVASCULARES,
ALTERAÇÕES MENSTRUAIS NAS MULHERES.
COMPORTAMENTAIS:
NEGLIGÊNCIA OU EXCESSO DE ESCRÚPULOS, AUMENTO DA AGRESSIVIDADE; INCAPACIDADE DE
RELAXAR; DIFICULDADE DE ACEITAR MUDANÇAS; AUMENTO DO CONSUMO DE ÁLCOOL OU
OUTRAS DROGAS; COMPORTAMENTO DE AUTO-RISCO (MAIOR RISCO DE ERRAR E DE ACIDENTES
DE CARRO); SUÍCIDIO.
PSÍQUICOS: FALTA
DE ATENÇÃO, DE CONCENTRAÇÃO; ALTERAÇÕES DE MEMÓRIA; LENTIFICAÇÃO DO PENSAMENTO;
SENTIMENTO DE ALIENAÇÃO; SENTIMENTO DE SOLIDÃO; IMPACIÊNCIA; BAIXA AUTO-ESTIMA;
LABILIDADE EMOCIONAL; DESCONFIANÇA E PARANOIA.
DEFENSIVOS: TENDÊNCIA
AO ISOLAMENTO; SENTIMENTO DE ONIPOTÊNCIA; PERDA DO INTERESSE PELO TRABALHO;
ABSENTEISMO; IRONIA E CINISMO.
ESSA SINDROME ACOMETE PROFISSIONAIS, TAIS COMO: MÉDICOS, ENFERMEIROS; POLICIAIS, PROFESSORES;
BOMBEIROS; CARCEREIROS; ASSISTENTES SOCIAIS; PSICOLÓGOS, ADVOGADOS, BANCÁRIOS,
EXECUTIVOS ENTRE OUTROS.
ALGUMAS PESQUISAS APONTAM QUE ESSA SINDROME ATINGE MAIS AS
MULHERES DO QUE OS HOMENS, 540 MULHERES PARA 460 HOMENS. AS MULHERES SÃO
MULTIFUNCIONAIS, OU SEJA, ELAS SÃO MAIS EXIGIDAS PELA SUAS ROTINAS DOMESTICAS:
CASA, FILHOS ETC E TAMBÉM A SUA ROTINA PROFISSIONAL E MUITAS VEZES ELAS SE
ESQUECEM DE DEDICAR UM TEMPO PARA SI MESMAS.
É IMPORTANTE ELAS SEGUIREM A ORIENTAÇÃO DAS AEROMEÇAS: “COLOCAR EM SI
MESMAS A MÁSCARA DE OXIGÊNIO ANTES DE AJUDAR OS OUTROS.”
O TRATAMENTO CONSISTE EM BUSCAR AJUDA PSICOLÓGICA PARA SE
AUTOCONHECER E COM ISSO APRENDER A RESPEITAR OS SEUS LIMITES E SE FORTALECER.
A AJUDA NUTRICIONAL TAMBÉM É IMPORTANTE PARA QUE TENHA
REFEIÇÕES EQUILIBRADAS E BALANCEADAS, POIS MUITAS VEZES, O PROFISSIONAL NÃO SE
ALIMENTA ADEQUADAMENTE, SUBSTITUINDO SUAS REFEIÇÕES POR REUNIÕES E OUTROS
AFAZERES PROFISSIONAIS.
O SONO É IMPORTANTISSIMO DAI PROCURAR DORMIR PELO MENOS SEIS
HORAS DIÁRIAS; TER LAZER E PRATICAR ATIVIDADE FISICA.
E, POR ÚLTIMO, E NÃO MENOS IMPORTANTE: LEMBRE-SE: A SUA CASA DEVE SER O SEU REFUGIO, ONDE HAJA HARMONIA E UM
AMBIENTE PROPICIO PARA O SEU RETORNO. EVITE LEVAR TRABALHO PARA CASA, E MESMO
NO TRABALHO REMOTO ESTABELEÇA UM HORÁRIO PARA COMEÇAR E TERMINAR, NÃO
ESQUECENDO DO HORÁRIO DO ALMOÇO E DO CAFEZINHO.
SE POSSÍVEL TENHA NO SEU CELULAR UMA MENSAGEM AUTOMÁTICA EM QUE FIQUE
CLARO PARA AS PESSOAS DO SEU ÂMBITO PROFISSIONAL: CLIENTES, PACIENTES E OUTROS
UM HORÁRIO DE RETORNO AS SUAS ATIVIDADES.
O PROFISSIONAL DEVE TER MUITO CLARO QUE “NÃO É DEUS”, QUE NÃO CABE A ELE ESTAR DISPONIVEL 24 HORAS POR DIA
QUE ELE PRECISA TER “TEMPOS PARA SI MESMO” QUE ESSE TEMPO É UM CARINHO E
RESPEITO PARA COM ELE MESMO. É, IGUALMENTE, IMPORTANTE QUE CLIENTES/PACIENTES
TAMBÉM RESPEITEM O ESPAÇO DO PROFISSIONAL. HÁ PESSOAS QUE NÃO RESPEITAM OS
HORARIOS E A PRIVACIDADE DO PROFISSIONAL, NÃO CONSIDERANDO QUE ELE NÃO ESTÁ
MAIS NO TRABALHO MAS SIM NA SUA CASA JUNTO COM A FAMILIA, QUE É O MOMENTO DELE
RELAXAR E RECARREGAR AS “BATERIAS”.
LEMBRE-SE: QUANDO EU APRENDO A ME POR NO LUGAR DO MEU
PROXIMO, SEJA ELE QUEM FOR, COM CERTEZA ESTAREI AGINDO COM EMPATIA. E A EMPATIA
CAMINHA JUNTO COM O RESPEITO E CONSIDERAÇÃO.
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Um abraço fraterno a todos
Maria Fátima Barroso Barbosa Psicoterapeuta de Adultos e Casais CRP: 06/42444-4 Instagram: @mfbblog Email: mfbbarbosa@gmail.com Youtube: https://bit.ly/psicmfbb
Quanto de nós passamos por algumas situações que nos chateiam e ficamos péssimos: tristes, acabrunhados, desiludidos e muitas vezes com a impressão que estamos sendo injustiçados. E alguns de nós perguntarão: Por que aconteceu comigo? Eu não mereço isso.
Amados não é uma questão de merecimento, mas sim algo que você está passando e coube a você viver esse momento para tirar dois grandes legados ou aprendizados: Humildade e Enfrentamento.
A humildade de você começar a perceber ou prestar mais atenção nas suas ações, sair do automático. Estar mais atento na sua vida, nas suas escolhas, dizeres enfim nos caminhos trilhados por você. De perceber que nem tudo tem que ser ou vai ser como você acredita que seja melhor. Talvez haja outros trilhares mais seguros e bons que você não tenha parado para observar e esse revés está lhe apontando.
Vou ilustrar com o seguinte exemplo: Imagine uma pessoa que faz um curso que não gosta ou está desmotivada. Todavia com o intuito de agradar aos pais vai levando. E um professor ao perceber isso diga "Repense sua escolha". Esse professor pode ver-se envolvido em um grande mal-estar. Que com certeza vai tirar-lhe muitas boas noites de sono, pois podem atribuir uma intenção que ele não teve. Essa situação vai servir para ele como um grande aprendizado, fruto da humildade, se ele reconhecer que apesar da intenção de ajudar foi mal interpretado pelo aluno e pela família. E isso lhe servirá de lição para antes de fazer qualquer comentário ou dar um conselho ou mesmo, simplesmente, expressar sua opinião. Veja a situação desse aluno sobre todos os ângulos com prudência e parcimônia, tais como a percepção do próprio aluno sobre a sua escolha; expectativas da família, e outros. Até porque que a ESCOLHA é algo muito pessoal de cada um.
Mas podemos ver o lado positivo dos reveses quando aprendemos com eles e nos fortalecemos. Os reveses ou sofrimentos nos lapidam. E aí vem o segundo legado ou aprendizado: Enfrentamento que depois da dor é o reerguer-se mais fortalecido e modificado, com certeza de que os seus "erros" foram corrigidos e fazem agora parte do seu rico repertório vivencial.
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Maria Fátima Barroso Barbosa
Psicoterapeuta de Adultos e Casais CRP: 06/42444-4
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Vamos falar sobre serenidade: A serenidade é um estado de calma, tranquilidade, sossego, paz interior e controle emocional sobre o proceder.
Ter serenidade muitas vezes parece impossível de se conseguir, de se alcançar. Eu diria que não é difícil nem impossível mas sim trabalhoso pois exige uma constante reavaliação dos nossos pensamentos e procederes.
Então para se alcançar a serenidade siga alguns passos, que a minha experiência pessoal e clinica me conduziram são:
1) Auto-observação: Se observe e avalie o que você está sentindo dentro de você quando procede de uma determinada maneira com você mesmo ou com o outro.
Há pessoas que ao se aproximar de nos e sentimos uma paz, pois essa pessoa traz a paz nos seus pensamentos que são expressos por palavras calmas e contemporizadoras. Sentimos uma "leveza".
Infelizmente, também há pessoas que, muitas vezes, sem se perceberem agem como tsunamis nas suas relações: são amargas, mal humoradas, pessimistas e desagregadoras. E sentimos um "peso".
2) Humildade: Ao se auto-observar seja humilde para acolher o que você tem de melhor na sua maneira de ser e também o que você tem que corrigir, que se lapidar. Se, necessário, busque ajuda profissional.
3) Aceitação: Junto com a humildade vem a aceitação incondicional: Não se rejeite, nem se deprecie e muito menos não se menospreze pelos seus vícios, mal hábitos, amarguras e outros deslizes. Aceite-se, integralmente, para isso se ame e se perdoa. Mas, se lapide para se corrigir e ser uma pessoa melhor.
Amados, lembre-se que somos seres grandiosos e especiais.
Um abraço fraterno a todos e que sigamos, mesmo que a passinhos milimetricos, para autorealização e serenidade.
Assistam o vídeo:
Maria Fátima Barroso Barbosa
Psicoterapeuta de Adultos e Casais CRP: 06/42444-4
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